Associação Brasileira dos Terminais Retroportuários
e das Empresas Transportadoras de Contêineres

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    Sobre a ABTTC




    Associação Brasileira dos Terminais Retroportuários e das Empresas Transportaras de Contêineres

    A ABTTC é uma entidade que, quando de sua fundação, em 1976, congregava empresas que tinham se especializado no transporte rodoviário de contêineres. Com o decorrer do tempo, parte dessas empresas passou a investir em áreas localizadas nas proximidades do porto de Santos, que funcionavam como bases operacionais, buscando propiciar um melhor rendimento para seus caminhões de estrada.

    Com o crescimento da utilização de contêineres, as instalações portuárias passaram a ter problemas de espaço físico para o armazenamento das unidades, sobretudo as que chegavam vazias ao porto e, em conseqüência, novas áreas foram sendo ocupadas por novas empresas para atender à demanda de contêineres vazios ou com cargas de exportação.

    As empresas foram se especializando e, com isso, uma nova atividade foi–se incorporando ao dia–a–dia da nossa região, aparecendo daí as atividades de serviços retroportuários. Uma vez que muitos dos associados estavam envolvidos nessa nova atividade, a ABTTC passou a focar suas ações nesse segmento, sendo que boa parte deles habilitou–se para atuar como REDEX, que é um local, sob controle aduaneiro, onde são manipuladas e desembaraçadas mercadorias em regime de exportação.

    Para se ter uma idéia da importância dos recintos REDEX no comércio internacional brasileiro, importante parcela do movimento de contêineres com cargas de exportação, transita pelos terminais retroportuários localizados nas regiões de portos organizados e a ABTTC busca defender os interesses das empresas que atuam nesse segmento.

    Em fase de expansão, a ABTTC vem ampliando essa atuação para os principais portos brasileiros, através da abertura de Delegacias Regionais. Entende que o segmento é o verdadeiro pulmão dos portos brasileiros, onde os espaços estão cada vez mais escassos, uma vez que a tendência é que as áreas primarias sejam utilizadas apenas para as operações de navios, ficando o armazenamento para as áreas retroportuárias.

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